- A boa gestão de resíduos urbanos e a manutenção dos equipamentos são questões cruciais para a qualidade de vida na cidade. Sempre nos opusemos à adjudicação a empresas privadas desta competência, sabendo que resultaria em recolha insuficiente e em equipamentos degradados, pouco cuidados e sujos. É que a manutenção e substituição dos equipamentos tem custos e reduz-se ao mínimo ou não se faz, quando o objetivo é o lucro e não a qualidade do serviço. São notórios a recolha insuficiente, os equipamentos degradados e também, a falta de civismo por parte de alguns cidadãos. Dou um exemplo: No largo da feira velha foi retirado um moloque que ainda não foi substituído, obrigando os moradores a procurar outro local para colocar o lixo. A Junta é conhecedora desta situação? Por que razão não se substituiu ainda o equipamento? O que pretende a Junta fazer relativamente a esta situação e a outras semelhantes?
- Na Assembleia de Freguesia de 29 de abril questionamos o Senhor Presidente da Junta sobre a colocação de informação relativa ao serviço municipal de Recolha de Monstros Domésticos, como forma de sensibilização para a sua existência. O Senhor Presidente disse que já tinha sido colocada essa informação junto dos ecopontos, mas a verdade é que não foi colocada em todos. Foram escolhidos os locais mais problemáticos, onde são constantemente depositados os trastes mais variados. Perguntamos se os moradores não merecem essa informação, independentemente do local onde residem? E se a despesa para colocar a sinalética em todos os ecopontos seria assim tão elevada para a Câmara? Será que este investimento não seria recuperado a curto prazo e benéfico para a cidade? Aproveitamos para lembrar que, em 23/12/2022, fizemos uma recomendação para a realização de uma campanha de informação e sensibilização relativa à utilização dos ecopontos e do serviço camarário Recolha de Monstros Domésticos. Aproveitamos para sugerir à Junta que questione a Câmara sobre a possibilidade de publicar essa informação junto com a fatura da água, visto que os todos pagamos uma taxa para a recolha dos resíduos sólidos.
- Há 3 mandatos atrás, foi feita no rio Leça, junto à Ponte da Travagem, uma intervenção, em que se procedeu ao afundamento do leito do rio, numa tentativa de resolver a questão das inundações nas garagens do prédio da antiga Churrasqueira. Os moradores dizem que, nos últimos invernos, não tem havido inundações, mas alertam para o estado da vegetação junto do rio, que está enorme, o que poderá propiciar a acumulação de água e provocar novas inundações na época de chuvas e cheias.
- Na assembleia da freguesia de 29 de abril informamos a Junta que à saída do Hipermercado Mercadona para a Rua Joaquim Ribeiro Teles os pinos da divisória da via e o espelho para a visibilidade do trânsito ascendente em direção à Sta. Rita se encontravam partidos. Em poucos dias foram substituídos e em poucos dias foram, novamente, partidos. Esta semana foi, novamente, colocado um espelho. Até quando esta situação da “parte e substitui” se vai manter? Está pensada alguma alternativa mais duradoura e com menos custos para os contribuintes? Na mesma assembleia alertamos para a existência de um buraco no chão, na parte de trás do ecoponto, situado na Rua Papa Pio XII, e que se encontrava coberto por uma tábua. Nada foi feito e, entretanto, a vegetação tomou conta do espaço e o buraco já não é visível, mas existe, podendo colocar em perigo quem lá vai colocar o lixo. Alertamos, também, que no mesmo local, o muro do cemitério tem uma fenda e pode estar em vias de desabar. Queremos saber se estão previstas obras e para quando e relembramos que se aproxima mais uma época de chuvas.
- Informamos a Junta de Freguesia, para que possa tomar as medidas adequadas, que se encontra depositada, recorrentemente, uma grande quantidade de madeira, que nos parece resultante da construção civil, no espaço público frente à Padaria Lino, na Travagem Segundo consta no Regulamento Municipal de Resíduos Sólidos Urbanos e Higiene e Limpeza Pública, CAPÍTULO XI, Artigo 23.º, é proibido: a) Colocar, na via pública, quaisquer resíduos fora dos equipamentos referidos no artigo 9.º (referente aos equipamentos de recolha, etc.). O depósito deste material deverá ser efetuado no ecocentro, que possui a recolha seletiva multimaterial.
Ermesinde, 27 de setembro de 2024
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