1 - Na continuidade de 2009, em que arderam 87 mil hectares, o balanço dos últimos 15 dias de Julho, veio demonstrar, mais uma vez, que os problemas estruturais da floresta portuguesa estão longe de estar resolvidos. Como o PCP tem denunciado. Quando os principais responsáveis pelo Plano Nacional Defesa Floresta Contra Incêndios, Ministro e Secretário de Estado da Administração Interna, perante o crescer do número de ocorrências e área ardida, da dimensão e duração de alguns dos incêndios florestais, voltam a invocar as condições meteorológicas adversas – calor e humidade – e os incendiários, para justificar a situação, estamos perante a fuga a assumir a responsabilidade política pela causa essencial e central dos incêndios florestais: o estado da floresta portuguesa. A que se deve juntar algumas “poupanças” por conta do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), como acontece com as carências de meios nas Áreas Protegidas! Esquecendo-se os mesmos governantes, que ainda “ontem”, em ...