Em 2013, na anterior gestão do PSD, o PS absteve-se, deixando passar uma nova estrutura orgânica dos serviços municipais. Mas, após um mês da tomada de posse dos órgãos, o PS apresentou uma proposta de uma nova macro-estrutura. Na altura, referimos que a apresentação de uma proposta “unilateral” pelo PS em tão curto espaço de tempo, revelava precipitação, demonstrando que o principal objetivo era proceder a uma espécie de acerto de contas com a anterior gestão PSD, nomeadamente ao nível do pessoal dirigente da autarquia. Este acerto de contas, no âmbito da guerrilha partidária, com a capa da redução de custos, não acautelava as verdadeiras necessidades do município, não havendo qualquer sustentação efetiva da nova proposta. Agora, dando razão à CDU - a única força politica que votou contra a macro-estrutura apresentada – vem o PS abrir um concurso para a inclusão de novos 6 cargos de direção intermédia de 3º grau. Novamente, é uma decisão unilateral, sem a constituição de uma comissão ...