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AM - BREVE APRECIAÇÃO SOBRE A SITUAÇÃO DO MUNICIPIO


O município de Valongo, tem andado nas bocas do mundo e pelos piores motivos.


São as possíveis negociatas de terrenos, atrás faladas.


É o processo de saneamento financeiro, que dá voltas e mais voltas e não sai do sitio.


São bancos em vias de falência e que posteriormente faliram, que avalizam empréstimos, mas porque não têm dinheiro é por isso que faliram.


São bancos que apesar de consultados, não se disponibilizam para emprestar um tostão à Câmara.


É o tribunal de contas que não dá aval ao processo.


É a retirada de poderes ao Presidente da Câmara pelos vereadores da oposição.


É a retirada de poderes aos vereadores da maioria, pelo próprio Presidente da Câmara.


É a perda de confiança na maioria, por parte do PS, que no inicio deste mandato, afirmando ser um partido responsável, respeitava a decisão do voto popular e o PSD por ter ganho as eleições e por isso, deu o seu voto nos poderes atribuídos ao Presidente.


É o não respeito pelo voto popular por parte do PS, ao retirar agora os poderes que no inicio atribuiu ao Presidente, baseado no respeito pelo voto popular.


São as dividas a curto prazo de dezenas de milhões que não são pagas.


É o resultado das privatizações do que era possível privatizar e foi privatizado, deixando o bife para os privados e os ossos para o Municipio.


É o desconforto de já não ter mais nada para privatizar e porque do que resta, não dá lucro e os privados não estão interessados.


É o aumento da divida que não pára e que tem como solução apontada, a venda de divida, para aumento de divida a curto prazo, porque a Câmara não vai poder pagar nestas condições a divida que tem hoje.


Com uma situação destas, é urgente e necessário arrepiar caminho e partir à procura de novas soluções.


E não nos digam que fomos nós um obstáculo que levou a este ponto.


Porque esta maioria, governou quase sempre com maioria absoluta e deixou-nos este legado.


E para a sua solução, está provado, que até o próprio Tribunal de Contas está em desacordo.


O caminho? Ano após ano e na apresentação dos respectivos Planos e Orçamentos, nós temo-lo apontado.


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