O PCP vai questionar o Governo sobre a proposta da Brisa e da Estradas de Portugal para alargamento da A4, que liga Porto a Amarante. O alargamento do perfil da estrada nos sublanços Ermesinde/Valongo/Campo preocupa o deputado comunista Honório Novo, que entregou um requerimento ao presidente da Assembleia da República pedindo explicações ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações sobre o facto.
No requerimento, Honório Novo considera que o alargamento da A4 terá “novos e ainda mais graves impactos ambientais e conflitos quase insanáveis com edificações existentes, caso do parque radical e diversas zonas ajardinadas.” “É uma coisa que vai partir a zona urbana de Valongo a meio. Toda a gente sabe a rejeição e a polémica que esta situação tem causado na população local e até nos órgãos autárquicos”, disse o deputado comunista, em declarações ao JANEIRO.
O PCP considera necessárias as obras, para permitir maior fluidez ao tráfego, mas propõe antes o desvio do trajecto da A4 da zona urbana central da cidade de Valongo e o desmantelamento do actual viaduto que a atravessa. “Achamos que as obras deviam ser feitas mas de outra maneira, numa zona menos urbanizada e menos central. Supomos que as coisas estão a ser feitas por uma obrigação contratual.”
No requerimento, Honório Novo considera que o alargamento da A4 terá “novos e ainda mais graves impactos ambientais e conflitos quase insanáveis com edificações existentes, caso do parque radical e diversas zonas ajardinadas.” “É uma coisa que vai partir a zona urbana de Valongo a meio. Toda a gente sabe a rejeição e a polémica que esta situação tem causado na população local e até nos órgãos autárquicos”, disse o deputado comunista, em declarações ao JANEIRO.
O PCP considera necessárias as obras, para permitir maior fluidez ao tráfego, mas propõe antes o desvio do trajecto da A4 da zona urbana central da cidade de Valongo e o desmantelamento do actual viaduto que a atravessa. “Achamos que as obras deviam ser feitas mas de outra maneira, numa zona menos urbanizada e menos central. Supomos que as coisas estão a ser feitas por uma obrigação contratual.”
Notícia publicada no Primeiro de Janeiro - 22/Jan
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