Avançar para o conteúdo principal

Revisão Orçamental

Esta Revisão Orçamental com a disponibilidade financeira de 3,864,458,19 Euros ora verificada, vem permitir para este ano, dar inicio à possibilidade de solução de alguns problemas que se arrastam há anos.


O aumento do subsidio mensal para as Corporações de Bombeiros com retroactividade ao inicio do ano de 2017; a urgente solução para as respostas no campo da Educação; a reposição da iluminação pública em todo o Concelho, suspensa em parte, há alguns anos atrás; o grande passo para o inicio da Construção de um novo edifício para a Junta de Freguesia de Alfena; o primeiro sinal de reconhecimento de inexistência de uma Piscina que sirva as populações de Campo e Sobrado; são alguns dos aspectos positivos desta Revisão Orçamental, não contemplados na 1ª versão rejeitada, que não podemos deixar de assinalar.


Pena foi, que uma oportunidade como esta, que deveria ter contribuído para reforçar os laços de união de um Executivo tripartido, responsável por todos os resultados, quer positivos, quer negativos obtidos ao longo deste mandato, tivesse sido transformada na maior operação demagógica, eleiçoeira e oportunista, levada a cabo por diversos membros deste Executivo em permanência.


Pois em vez de que com esforços, procurar entendimentos e contribuições da maioria dos Vereadores da Câmara. 


Numa conduta a todos os títulos reprovável, alguns membros do Executivo em permanência, achincalhando, mentindo, reforçando o descrédito das gestões autárquicas no Concelho de Valongo, que sempre partilharam ao longo dos últimos anos e desde o 25 de Abril. 


Fugindo à discussão e fingindo ter maioria absoluta.


Preferiram armarem-se em vitimas, telefonando para aqui e para acolá, para dizer que receberam telefonemas de acolá e daqui; rejeitando todos os esforços de cooperação demonstrados pela oposição e algumas Juntas de Freguesia; arrastando para a praça pública, aquilo que só em sede própria, tinha e como não podia deixar de ser, discutido e solucionado.


Esta vergonhosa operação, acabou por prejudicar a discussão de tão importante assunto.


E porque era necessário desmontar tão vergonhoso processo.


Apesar do prejuízo da falta de uma mais profunda discussão, gravidade minimamente atenuada pela permanente disponibilidade da CDU para o diálogo.


A CDU vai abster-se na 2ª Revisão do Orçamento e 2ª Revisão das grandes Opções do Plano do Ano de 2017.


 

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Estacionamento desordenado na Zona Industrial de Alfena compromete a segurança pedonal

  A Zona Industrial de Alfena continua a enfrentar um problema de organização do espaço público que afeta diariamente a segurança e a mobilidade de quem ali trabalha e circula. Em vários arruamentos, os passeios existentes têm largura suficiente para garantir uma circulação pedonal confortável. No entanto, a ausência de uma correta organização do estacionamento faz com que muitos veículos estacionem parcialmente ou totalmente sobre os passeios, obrigando os peões a circular pela faixa de rodagem, muitas vezes entre veículos pesados.    Esta situação resulta, em grande medida, da opção por manter lugares de estacionamento em paralelo, quando a largura disponível permitiria a criação de estacionamento em espinha, aumentando o número de lugares e evitando a ocupação abusiva dos passeios. A atual configuração revela-se desadequada às necessidades da zona industrial e acaba por gerar conflitos permanentes entre veículos e peões. Não estamos perante um problema inevitáv...

Resultados Freguesia de Alfena

 

Orçamento e Grande Opções do Plano para 2026 – Mapa de Pessoal para 2026

A CDU manifesta a sua abstenção na votação do Orçamento e do Plano Plurianual de Investimentos para 2026. Reconhecemos que a proposta apresentada contempla medidas positivas para o concelho, nomeadamente nas áreas da educação, da habitação, da saúde e das creches. No entanto, apesar da relevância e do potencial destas medidas, subsistem fundadas dúvidas quanto à sua efetiva concretização. A experiência de anos anteriores demonstra que diversos orçamentos incluíram obras e investimentos que acabaram por não se materializar. É neste contexto que a CDU opta pela abstenção: uma posição que permite viabilizar o Orçamento, mas que não deixa de expressar reservas quanto à concretização de prioridades estruturais essenciais, como a defesa do direito à habitação e a requalificação das escolas. A defesa do direito à habitação exige mais do que intenções. Exige a concretização de investimentos há muito anunciados, o combate à especulação imobiliária, a melhoria das condições do parque habitaci...