Sr. Presidente da Câmara, esta é a primeira sessão com período antes da ordem do dia, após a sua intervenção, onde insinuou que a CDU era um partido menor, associando esta força politica a regimes totalitários, onde são permitidos os rasgos de contratos.
A CDU compreende que na altura o disse no calor da discussão, porque estava incomodado com a intervenção da CDU. Imaginamos que o incomode que lhe seja apontado o dedo da mesma forma que fazia quando era oposição. A situação caricata de não ser a vereadora da Câmara a apresentar o orçamento/plano de atividades da Vallishabita, mas sim um deputado da AM, irritou-o e por isso a sua reação desmesurada, que o levou a esquecer que a CDU é poder em várias Câmaras deste pais, com gestões responsáveis que têm sempre um único propósito: o bem estar das populações. Nessas Câmara, não se rasgam contratos, mas tudo se faz em benefício das populações. Sabe quem é que em Valongo rasga contratos:
Quem promete que a 1º coisa a fazer quando ganhasse a Câmara era uma auditória às contas e depois não o faz.
Quem na oposição anuncia um montão de processos a ser apresentados no tribunal administrativo, e sobre os quais agora nada se sabe.
Quem promete a renegociação do contrato do SMAES e não avança.
Quem promete às associações do concelho a resolução de problemas, como por exemplo à Associação das coletividades do concelho de Valongo que afirmou merecer instalações com mais dignidade, e agora nada é feito.
Quem pretendia que a Camara tivesse uma atitude transparente e que transmitisse às populações que está a ser gerida por gente que apenas se importa com o bem comum, e que depois inicia processos muito questionáveis, como a contratação de altos dirigente políticos para assessoria jurídica.
Quem promete aos trabalhadores da Camara a reposição do horário de trabalho para as 35 horas, assina acordos com o sindicato e depois rasga-os, passando às 40 horas.
Quem promete ser diferente, mudar Valongo, e afinal faz o mesmo que o seu antecessor fazia.
E essa é a diferença, para a CDU os contratos que nunca podem ser rasgados, são aqueles que se fazem com as populações.
Os eleitos da Coligação Democrática Unitária
Comentários
Mudam-se os tempos…………….!
Eu sou do tempo em que o dia 8 de Março se comemorava o dia internacional da mulher. A base dessa comemoração era os direitos cívicos das mulheres, o direito ao voto, o direito ao trabalho e igualdade de tratamento em relação ao homem. Eram também realçados a protecção à maternidade, a luta contra a violência doméstica, etc, etc……
Lendo o cartaz da junta de Ermesinde com as iniciativas para comemorar esse dia, verifico que em Ermesinde, pelo menos, tudo o que atrás foi dito está “ultrapassado”. As mulheres nesta cidade tem pleno emprego, não existem discriminação no trabalho, o acesso aos cuidados da maternidade estão asseguradas para todas, nem tão pouco há violência doméstica - Ainda bem.
Só que a realidade é bem outra. Na minha modesta opinião, o executivo da junta, com as iniciativas que vai levar a cabo não foi feliz na escolha.
Valha-nos o rastreio anunciado. Também e, desconheço o qualidade do artista mas, o nome (rosas) foi bem escolhido.
Também o cartaz merecia um maior cuidado. Quando se escreve 7 Março dia internacional da mulher, está deduzir a população em erro de datas, pois o dia é 8 de Março. Se esta frase fosse antecedida “com comemorações do dia internacional da mulher”, percebia-se que as comemorações fossem no dia 7 e não se adulterava a data verdadeira.
Mas, talvez eu esteja ultrapassado e parado no tempo. Nunca mais aprendo.
PS: Mas para não ficar dúvidas; eu gosto de uma mulher bem pintada, com as unhas arranjadas e que vá ao cabeleireiro. Acho que elas têm esse direito.